Yeah!


Começam pouco a pouco a aparecer mais informações sobre a vindoura nova série de Star Wars, desta vez com atores. Segundo o site Omelete:
"A série com elenco real se passará entre os episódios III e IV da hexalogia - quem não foi morto pelo nascente Império está começando a montar a Aliança Rebelde para tentar derrubar os Sith Darth Vader e Palpatine. Lucas promete mostrar mais ações marginais do que as tramas dos personagens principais da saga. A pré-produção do programa começará em breve e seguirá durante 2010, para filmagens em 2011."
A novidade fica por conta da cogitação em lançar o episódio inicial no cinema, como foi feito em relação a atual série animada.
Então chega de clones, o negócio agora é X-Wing na cabeça! Wedge Antilles e o Rogue Squadron! Espiões infiltrados sacrificando-se para conseguir os planos da nova arma secreta do Império. E, naturalmente, Grand Moff Tarkin barbarizando!
Que a força proteja a garganta do James Earl Jones!

Grito Rebelde

O pessoal do ótimo e indispensável site TheForce.net produz também alguns podcasts sobre, como não poderia deixar de ser, Star Wars. Dentre eles temos o Galaxy Of Music onde o apresentador Jimmy Mac nos traz pérolas musicais inspiradas na saga. No último episódio ele apresentou duas canções da banda americana Sci-Fried.
A banda produz rock de qualidade com letras citando diversos filmes e séries de ficção científica. Uma delas, 'Rebel Cry', me chamou a atenção:
"Não precisamos de um Lorde Sith
nos dizendo o que fazer.
Não precisamos do Senado,
meros peões do Palpatine."
Pra ouvir essa e outras músicas acesse o site de uma rádio da Flórida e assim os caras ganham pontos podendo, quem sabe, até conseguir entrar para a programação.
As apresentações devem ser bem divertidas, a se julgar por um dos vídeos da banda, onde eles ao mesmo tempo homenageiam Star Trek, A Nova Geração e AC/DC:

"Stormtroppers and Jedi hand in hand, come to party when you hear this band!"
Geeks Unidos! É isso aí mermão...

FRAGMENTOS MANDALORIANOS










Há um tipo de sigilo*, feito com as letras M e S, advindas de mir'shupur (danos mentais), que é colocado no elmo de pessoas feridas em batalha, que sobreviveram e vieram a ter esse problema.

Isso serve para alertar aos que "se aproximam" que devem "deixar" quieta aquela pessoa e tratá-la com o respeito de um veterano de guerra, pois ela passou por maus bocados, mas viveu pra contar a história.

O sigilo em si, não me surpreendeu. Na vida real, médicos usam isso em campos de batalha pra "triagem" de urgência de atendimento aos soldados.

O que achei muito legal, foi a situação em que isso apareceu.

Um dos comandos ficou ferido em batalha. O Fi (Fi, abreviação de Five, número dele).
Após ser salvo de ser "definitivamente descartado", Kal Skirata o mandou para Mandalore, para que ele ficasse em segurança.
Fi ficou aos cuidados de uma Mandaloriana chamada Parja e os dois tem um relacionamento (não só de enfermeira e paciente).
Ele teve problemas sérios de memória e até de reabilitação física. Mas neste livro, já está andando. Consegue ir sozinho a alguns locais, com ajuda de um mapa.
E o fato que mostra sobre o mir'shupur é que ela fez o sigilo no elmo dele, para ajudar a protegê-lo, para evitar perguntas desagradáveis e etc.

Ele está parado, olhando para o local com o mapa na mão, parecendo perdido. Um outro Mando se aproxima e pergunta se ele estava bem e precisava de ajuda.
Fi respondeu que estava esperando sua namorada, que havia sobrevivido a uma explosão e esquecia das coisas com facilidade.
Ao qual o Mandaloriano não fez pergunta alguma, pois viu no elmo o sigilo. Ele simplesmente disse que faria companhia a Fi até a garota chegar.
E assim o fez. Conversaram amenidades, o cara não perguntou nada de inconveniente e assim que Parja se aproximou, o cara percebeu que era ela, Fi confirmou, o cara se despediu e deixou Fi com a garota.

Achei muito legal o respeito para com alguém "especial", no caso, sinalizado no elmo de Fi.
Claro, pra um guerreiro, talvez não seja algo muito agradável.
Mas o comportamento do outro Mando, ajudando e ficando ali "por perto" para que Fi não ficasse sozinho, é a parte da cultura Mando, em que o cara "cuida" de outro, simplesmente porque é Mando.

MAIS UM POUCO DE COMO A CULTURA MANDO SE PORTA...