Yeah!


Começam pouco a pouco a aparecer mais informações sobre a vindoura nova série de Star Wars, desta vez com atores. Segundo o site Omelete:
"A série com elenco real se passará entre os episódios III e IV da hexalogia - quem não foi morto pelo nascente Império está começando a montar a Aliança Rebelde para tentar derrubar os Sith Darth Vader e Palpatine. Lucas promete mostrar mais ações marginais do que as tramas dos personagens principais da saga. A pré-produção do programa começará em breve e seguirá durante 2010, para filmagens em 2011."
A novidade fica por conta da cogitação em lançar o episódio inicial no cinema, como foi feito em relação a atual série animada.
Então chega de clones, o negócio agora é X-Wing na cabeça! Wedge Antilles e o Rogue Squadron! Espiões infiltrados sacrificando-se para conseguir os planos da nova arma secreta do Império. E, naturalmente, Grand Moff Tarkin barbarizando!
Que a força proteja a garganta do James Earl Jones!

Grito Rebelde

O pessoal do ótimo e indispensável site TheForce.net produz também alguns podcasts sobre, como não poderia deixar de ser, Star Wars. Dentre eles temos o Galaxy Of Music onde o apresentador Jimmy Mac nos traz pérolas musicais inspiradas na saga. No último episódio ele apresentou duas canções da banda americana Sci-Fried.
A banda produz rock de qualidade com letras citando diversos filmes e séries de ficção científica. Uma delas, 'Rebel Cry', me chamou a atenção:
"Não precisamos de um Lorde Sith
nos dizendo o que fazer.
Não precisamos do Senado,
meros peões do Palpatine."
Pra ouvir essa e outras músicas acesse o site de uma rádio da Flórida e assim os caras ganham pontos podendo, quem sabe, até conseguir entrar para a programação.
As apresentações devem ser bem divertidas, a se julgar por um dos vídeos da banda, onde eles ao mesmo tempo homenageiam Star Trek, A Nova Geração e AC/DC:

"Stormtroppers and Jedi hand in hand, come to party when you hear this band!"
Geeks Unidos! É isso aí mermão...

FRAGMENTOS MANDALORIANOS










Há um tipo de sigilo*, feito com as letras M e S, advindas de mir'shupur (danos mentais), que é colocado no elmo de pessoas feridas em batalha, que sobreviveram e vieram a ter esse problema.

Isso serve para alertar aos que "se aproximam" que devem "deixar" quieta aquela pessoa e tratá-la com o respeito de um veterano de guerra, pois ela passou por maus bocados, mas viveu pra contar a história.

O sigilo em si, não me surpreendeu. Na vida real, médicos usam isso em campos de batalha pra "triagem" de urgência de atendimento aos soldados.

O que achei muito legal, foi a situação em que isso apareceu.

Um dos comandos ficou ferido em batalha. O Fi (Fi, abreviação de Five, número dele).
Após ser salvo de ser "definitivamente descartado", Kal Skirata o mandou para Mandalore, para que ele ficasse em segurança.
Fi ficou aos cuidados de uma Mandaloriana chamada Parja e os dois tem um relacionamento (não só de enfermeira e paciente).
Ele teve problemas sérios de memória e até de reabilitação física. Mas neste livro, já está andando. Consegue ir sozinho a alguns locais, com ajuda de um mapa.
E o fato que mostra sobre o mir'shupur é que ela fez o sigilo no elmo dele, para ajudar a protegê-lo, para evitar perguntas desagradáveis e etc.

Ele está parado, olhando para o local com o mapa na mão, parecendo perdido. Um outro Mando se aproxima e pergunta se ele estava bem e precisava de ajuda.
Fi respondeu que estava esperando sua namorada, que havia sobrevivido a uma explosão e esquecia das coisas com facilidade.
Ao qual o Mandaloriano não fez pergunta alguma, pois viu no elmo o sigilo. Ele simplesmente disse que faria companhia a Fi até a garota chegar.
E assim o fez. Conversaram amenidades, o cara não perguntou nada de inconveniente e assim que Parja se aproximou, o cara percebeu que era ela, Fi confirmou, o cara se despediu e deixou Fi com a garota.

Achei muito legal o respeito para com alguém "especial", no caso, sinalizado no elmo de Fi.
Claro, pra um guerreiro, talvez não seja algo muito agradável.
Mas o comportamento do outro Mando, ajudando e ficando ali "por perto" para que Fi não ficasse sozinho, é a parte da cultura Mando, em que o cara "cuida" de outro, simplesmente porque é Mando.

MAIS UM POUCO DE COMO A CULTURA MANDO SE PORTA...

Curiosidade de Boba Fett


BOBA X SARLAC
Vamos contar uma historinha que todo Mandaloriano deve conhecer. :)
Como o grande vovô, digo, Boba Fett escapou do Sarlacc! :)
Como Boba Fett escapou do Sarlacc.
Mas, na primeira, o Boba é regurgitado. O Sarlacc o achou meio indigestível...
Ele é encontrado pelos Jawas desmaiado e tido como um cyborg, sem inteligencia própria.
Os jawas o levam pra dentro do Sandcrawler e o colocam lá.
Depois, os Jawas raptam o R2 de um hangar em Mos Eisley.
R2 reconhece Fett. Que não entende nada. Logo, o reencontro é interrompido por Han entrando no veículo pra resgatar R2.
O veiculo ficou danificado durante a entrada de Han e seguiu, desgovernado para o Sarlacc. Fett, sem memória, ajuda Han a liberar R2. Han decidiu ajudar Fett, sem memória, pq não ia deixar o cara morrer ali, sem ajuda.
Mas justamente na hora que Han foi tentar ajuda-lo, ele recuperou a memória de tanto que a Leia gritou o nome de Han repetidamente.
Boba tentou matar Han, que o soltou e se jogou na areia e o Boba caiu no Sarlacc de novo.
Como mencionado no filme, quem cai no Sarlacc é digerido lentamente, em milhares de anos. Então, havia uma vítima "viva" ainda. :)
Preso no Sarlacc, Fett conhece outro "alimento", um Choi chamado Susejo.
Depois de muito conversar, Fett descobriu que Susejo tinha uma ligação psicológica com Sarlacc e convenceu o cara a "acionar" o jet pack dele. Foi uma fuga explosiva...
O jet pack acionado, com os ácidos do Sarlacc causaram uma explosão violenta e Fett foi arremessado pra fora.
Mas caiu na areia praticamente morto.
Foi encontrado por Dengar, outro caçador de recompensa, que estava vasculhando os arredores, vendo se achava algo interessante.
E assim, Fett escapou do Sarlacc.
Achou Nu'buir e depois, acharam Jullya e eu e Ka'ra nascemos. :P

CRÔNICAS MANDALORIANAS.


Quem assiste Star Wars conhece dois mandalorianos: Jango Fett e Boba Fett. Os Fett aparecem como caçadores de recompensa e não se explica muito sobre eles. Mas eles tem distintivos e símbolos nas armaduras, que despertam a curiosidade. Quem são os caras? Como eles agem? De onde vieram? Assim, nós temos um conceito chamado de "universo expandido" filmes, jogos, histórias em quadrinhos que exploram coisas que não aparecem nos filmes. E uma das coisas que aparecem nesse universo expandido são o povo do qual os Fett fazem parte: os mandalorianos. Os primeiros mandalorianos foram uma raça chamada taung, que vivia em Coruscant (o planeta onde fica a sede do Senado). Há milênios, eles partiram de lá, e viveram de modo nômade até que sob o comando de um líder grandioso chamado Mandalore, eles conquistaram um planeta onde viver. Em homenagem a esse líder, eles adotaram o nome de mandalorianos [na lingua deles, o mando'a, eles são os mando'ade, as crianças (filhos) de Mandalore]. Nesse planeta, existiam criaturas chamadas Mythosaurs, gigantescos reptlianos, cujo crânio se tornaria o símbolo dos mandalorianos. Os mandalorianos mesmo tendo se fixado em Mandalor, sempre se mantiveram um povo nômade. Parte considerável do povo vive pela galáxia, e é isso que permite que mesmo tendo enfrentado tantas guerras durante sua existência, os mandalorianos nunca tenham desaparecido. Muitos mandalorianos nunca sequer conheceram o planeta Mandalor. Ainda assim, sua cultura e língua os une. Os mandalorianos tem como base da estrutura social os clans. A família é a coisa mais importante para um mandaloriano, e a liderança é principalmente uma liderança “em caso de guerra”, como as antigas lideranças tribais do nosso mundo. Dentro da estrutura de clãs, através de adoções, outras raças começaram a integrar o povo mandaloriano. Cerca de três mil anos se passaram desde a morte do último taung (tendo como referência a batalha de yavin, que é o "ano zero" do calendário em Star Wars), mas a cultura mandaloriana continua, integrando agora todo tipo de espécie. Ser mandaloriano não é uma questão de sangue: é de abraçar o estilo de vida, a mentalidade e o espírito do que significa ser um mandaloriano. Existem seis regras que são as leis mandalorianas. É o chamado Resol'nare, e seguir essas regras é que define se você é mandaloriano: 1. Vestir/manter armadura 2. Falar mando'a 3. Defender a si mesmo e a sua família 4. Criar os filhos como Mandalorianos 5. Contribuir para o bem estar do clã 6. Quando chamado às armas pelo Mandalore, atender seu chamado. As armaduras mandalorianas são um ponto importante na identificação desse povo que é tão variado. Cada mandaloriano terá uma armadura com características próprias, embora semelhantes em questões de design, como o visor em T do capacete, que é marca registrada dos guerreiros mandalorianos. Elas são feitas com um metal chamado beskar, que é usado apenas por eles. Muito pode ser dito sobre o guerreiro a partir da sua armadura: as cores em geral tem um significado claro, e símbolos colocaods nela dizem sobre condcorações (como so “jaig eyes”, marca sobre o capacete do Boba ou de clones troopers como o Rex). Nem todos os mandalorianos vivem como soldados: fazendeiros, artesãos, armeiros, comerciantes, a sociedade mandaloriana tem as mesmas necessidades profissionais de outras culturas. Mas todo mandaloriano é capaz de guerrear se for necessário. Todo mandaloriano sabe se defender, proteger os outros e se preciso for, larga o que estiver fazendo para ir para a guerra. Isso nos trás para duas coisas que são pontos focais da cultura mandaloriana: uma, que é a absoluta tolerância que existe entre eles. A igualdade entre homens e mulheres é absoluta. Não existe tabu com relação a homosexualidade. Não existe importância para as questões da sua espécie de origem. Ninguém liga para como você vive sua vida pessoal: desde que você seja capaz de lutar e respeite o resol'nare, você é mandaloriano e só isso importa. Um ditado mandaloriano diz que “não importa quem foram seus pais, importa que pai você será”, quer dizer, quem você é é ditado não por origem mas por ação pessoal. Se você vive de acordo com os ideais e suporta a rigidez da vida como mando, que importa se você é homosexual, mulher, wookie ou trandochano? A outra coisa é: porque afinal os mandalorianos estão sempre envolvidos em guerras, lutas, escaramuças, muitas vezes atuando como mercenários ou caçadores de recompensa? Existe uma questão filosófica implícita que é a base religiosa dos mandalorianos. Eles acreditam que o universo vive na linha de batalha entre Arasuun, a divindade que personifica a estagnação, a ociosidade, o consumo desenfreado (em mandoa, a palavra “arasuun” define estagnação), e Kad Ha'rangir, a força de crescimento, movimento e mudança, que vem prioritariamente pela guerra. Assim, o ideal mandaloriano é manter o cosmo em movimento: através de guerras principalmente. Ficar parado não é da natureza mandaloriana até por uma questão de fé. Somos o movimento do universo, e assim, muitas vezes importa menos o motivo da guerra que o fato dela acontecer. Embora nos tempos antigos o mito fosse levado de maneira literal e atualmente seja visto de modo mais pragmático, ainda assim é essa fagulha de movimento que vai motivar os mandalorianos. A cultura mandaloriana também preza as boas coisas da vida: como todo soldado que já viu a morte, eles prezam a vida e o prazer. Boa comida, boa bebida, alegria, música, são tão parte do modo de vida mandaloriano quanto a disciplina e a busca por ser cada vez melhor. Muito da cultura mandaloriana se infiltrou no modo de ser dos clone tropers, porque dos 100 que treinaram os prmeiros clones, 75 eram mandalorianos. Esses, os Cui'val Dar, transmitiram aos clones que treinaram os valores e posturas mandalorianas. Assim são os filhos de Mandalore. Assim é o povo do qual nos filmes vemos apenas uma fagulha... Vale a pena lembrar que a língua mandaloriana, o mando'a, é a primeira língua inteiramente criada do universo de Star Wars, com gramática, vocabulário e até mesmo ditados e provérbios. É comum encontrar no meio dos escritos dos fãs de mandalorianos palavras como aliit, “família”, beskar'gar, “armadura”, vod, “irmão”, buir, “pai” ou “mãe” (mais uma prova da maneira tolerante de ver dos mandalorianos – diferenças de sexo fazem tão pouco sentido que eles não tem diferença de gênero em praticamente nenhuma palavra.). É uma linguagem bastante fácil de aprender, e logo o fã está familiarizado com os termos mais comuns. Entre todos os povos citados no universo de Star Wars, talvez sejam os mandalorianos os mais apaixonantes, mas eu sou suspeita para falar. Afinal, eu abracei essa família =).
NESTE TEXTO COMEÇO A FALAR SOBRE MANDALORIANOS, MERCENÁRIOS, CAÇADORES DE RECOMPENSA, COMO MELHOR QUEIRA DEFINIR.
MAS A CULTURA MANDO É MUITO MAIS QUE ISSO.
UM GUERREIRO É MUITO MAIS QUE SUA ARMADURA!

Vazou na net

Sabe aqueles emails com longos textos sobre o amor, a vida, o universo e tudo mais que vem assinados por 'Arnaldo Jabor', 'Shakespeare' ou 'Veríssimo'? Ou então aquelas notícias retumbantes não divulgadas pela imprensa 'porque não querem que você saiba' ou porque 'vai causar pânico'?
Geralmente essas mensagens ou são fruto da vaidade do indivíduo, que deseja ver o seu brilhante texto divulgado mesmo que anonimamente ou então da ingenuidade. O primeiro caso é muito mais frequente. Inventa-se algo, espalha-se através dos emails conhecidos e fica no aguardo de receber o texto através de algum amigo desavisado que acrescenta: 'olha que mensagem linda'. Assim o anônimo escritor se enche de euforia.
Eu não recebi, mas recentemente apareceram algumas fotos da Carrie Fisher junto a sua dublê de 'Retorno do Jedi' tomando um merecido banho de sol no Arizona durante as filmagens do episódio VI. Junto com a imagem um texto explicando que eram fotos particulares que agora teriam 'vazado' para a internet. Alguns sites e blogs chegaram a divulgar como se fosse notícia digna de crédito.
Conforme explica o Blog Star Wars, a foto não tem nada de inédito ou raridade, inclusive está no dvd do filme na parte de extras.
Fica o registro para pensarmos duas vezes antes de repassar alguma mensagem duvidosa e também como uma boa desculpa pra colocar uma foto da Princesa Leia (ainda mais em dose dupla).

Sobre Mandalorianos


por Nilso
Mandalorianos vem pelo planeta "MANDALORE", por isso mandalorianos ou simplesmente MANDOS.
Neste planeta há muitos e muitos anos antes de começar a saga lá no EP I, os Mandos estavam a vagar pelo universo, e um grupo que até então não se denominavam mandalorianos, invadiu o planeta, e o tomou na verdade ninguém vivia lá exceto os MITHOSSAUROS, que são as caveiras simbolo dos mandalorianos, por serem animais muito bons de briga, estes caçadores de recompensa adotaram esta caveira como símbolo, em homenagem a eles e pra dizer: eles (mithossauros), são muito bons, mas somos melhores.
O chefe dos mandalorianos é denominado MANDALORE, ISSO MESMO, O NOME DO PLANETA.
Qualquer raça pode ser um mandaloriano (igualzinho as concepções jedi ou sith) o que tem de fazer é aceitar as regras de como vivem os mandos, (igualzinho a jedis e siths).
Sobre a Rebelião
Quanto a questão de sermos contra os rebeldes discordo completamente; vamos aos fatos.
Na época do Jango Fett isso muito depois da guerra lá em Mandalore, em função de uma guerra sangrenta contra os sith, (sim aliados dos jedis), os mandos não só foram quase que dizimados como seu mandalore morto e nesta época não tinha nenhum "comandante" (só voltou a ter um MANDALORE, depois do EP VI, depois que o Boba Fett conseguiu sair das garras do sarlac, lembram-se).
Mas quando o Jango aceitou ceder seu DNA para clonar pelos Kaminoanos, ele fez um acordo com um Jedi. Não com o imperador ou com o império, até porque nem existia de fato ainda.
Na cabeça dele, até então, o exército de clones iria lutar a favor da republica. como foi o que aconteceu até a ordem 66, que ele morreu sem saber de sua existência, como o CJ e todos seus mestres foram enganados , inclusive os grandes mestres, Yoda, Mace Windu, Plookoon, Ki Adi Mundi, Adi Galia, Yarael Pooff, todos eles foram enganados, na cabeça do Jango os Jedis eram os verdadeiros bandidos, porque assim foi colocado pra ele.
Bem ainda temos de colocar que o próprio Jango bem como mais 150 mandalorianos (escolhidos a dedo por ele próprio) treinaram o exército clone, ou vocês acham que eles eram bons só por causa de programa de computador? rsrs.
Alguns deles (clones) foram tirados e treinados diferentemente da grande maioria que eram os capitães sargentos comandantes de esquadrão pilotos etc... estes clones selecionados foram treinados mais fiel possivel sobre a cultura mandaloriana.
Se coloca um pouco na Saga que os C.R. (caçadores de recompensa) contra os jedis e contra a Aliança Rebelde, em Função do Boba Fett, que de fato nem era filho do Jango mas um Clone dele (vide EPII), que fala sério viu o "pai" perder a cabeça. e aquele elmo que ele juntou na arena de Geonosis foi o seu primeiro em honra a seu pai.
O Jango pediu um clone sem modificações e com crescimento natural pois a cultura Mandoloriana prega que tem que ter familia, criar seus filhos segundo a crença e costumes mandalorianos. Jango tinha uma irmã que fora internada em um sanatório pois tinha crises complicadas de convivência (guardem isso esta informação será útil no futuro.
Este é o primeiro capitulo sobre MANDOS , outros virão aqui é até a era Jango Fett.

Cenas Deletadas

R2-D2, Onde está você?

Que R2-D2 é o astrodroide mais requisitado do universo SW todo mundo já sabe. Ele vem salvando vidas desde o início da saga mesmo sendo superado em velocidade de processamento pelos novos modelos R3 e R4. Sem mencionar suas habilidades como hacker comunicando-se com computadores centrais como os da Estrela da Morte e o de Cloud City.
E agora seu talento está sendo reconhecido em outras paragens. R2-D2 fez uma aparição especial no novo filme Star Trek, conforme foi descoberto pelo pessoal do GeeksOfDoom:
A explicação é que os responsáveis pelos efeitos especiais do filme é o pessoal da ILM, portanto profundos conhecedores do espaço e de robôs feitos para trabalhar neste ambiente.

Knights of The Old Republic, a HQ


Aproveitando a notícia sobre o fim da revista KOTOR nos Estados unidos, segue uma análise das primeiras histórias desta série.
Ambientada nos dias da Velha República (25.000-1.000 BBY), quando os Jedi eram numerosos e os Sith derrotados, somos apresentados a Zayne Carrick, padawan que luta para obter reconhecimento dentro de seu grupo. Seus colegas, prestes a receberem a ordenação de cavaleiros, estão mais adiantados que Zayne já que este não consegue nem ao menos capturar um contrabandista de segunda linha chamado Gryph. O roteiro de John Jackson Miller segue uma linha de ação bem conhecida: une os atrapalhados Zayne e Gryph contra um poderoso grupo de Jedi. Os dois são perseguidos por um crime que não cometeram: o assassinato dos amigos formandos de Zayne, e agora ambos devem provar sua inocência. De destaque, algumas passagens cômicas que brincam com a estrutura formal da Ordem trazendo um bom humor crítico que as vezes faz falta em SW. A arte de Brian Ching é bastante prejudicada pelas cores de Michael Atiyeh que insiste em borrar tudo com exageros. Isso na primeira história, a partir do segundo capítulo, o aspecto visual recebe uma melhor atenção, tanto do desenhista quanto do colorista, melhorando a leitura.
Fosse publicada aqui no formato original americano (uma revista, uma história) o lançamento seria indicado apenas para fãs incondicionais de SW já que em alguns minutos se lê a história inteira. Mas como no mercado brasileiro temos o costume de publicar revistas com um mix de diversas histórias diferentes, ficando bem mais palatável ao bolso, recomendo a leitura.
A editora On line publica as histórias de KOTOR na sua revista Star Wars desde o primeiro número.

Revista KOTOR chega ao fim


De maneira um tanto surpreendente, a revista mensal Knights of The Old Republic da editora americana Dark Horse teve a sua última edição anunciada. Baseada no elogiado game com o mesmo nome, a ação se passa cerca de 3.000 anos antes do início da primeira trilogia.
A série, que começou em 2006, conta a saga de Zayne Carrick que junto com o mandaloriano Rohlan partem para ajudar sua amiga Jarael contra o cientista não muito bom da cabeça Demagol, e a mercadora de escravos Chantique.
Com roteiro de John Jackson Miller e arte de Brian Ching, a edição de número 50 deverá estar disponível para venda em fevereiro de 2010. No mercado especializado em quadrinhos dos Estados Unidos, uma notícia desse tipo serve também para pôr em alerta os colecionadores: primeiras e últimas edições tendem a ter bons preços entre os fãs.
Aqui no Brasil, a editora On line publica as histórias de KOTOR na sua revista Star Wars.

Aurra Sing

por Lisângelo
Assistindo Ameça Fantasma, lá pela altura da corrida de pods, 58min39s, deparo com uma personagem interessante assistindo a disputa:


Trata-se da Aurra Sing, conforme me informaram o Nilso e o Paulo aqui do PAK, que no filme foi interpretada pela modelo Michonne Bourriague. Trata-se de uma mercenária caçadora de recompensas que teve uma infância difícil e um treinamento Jedi desastroso. Esses fatos e mais o desejo de vingança a tornaram especialista em exterminar os antigos mestres. Ela inclusive já apareceu em quadrinhos na revista Star Wars quando era publicada pela Ediouro.

Cá entre nós, espero que a nova ordem Jedi iniciada pelo Luke Skywalker corrija certos erros do passado. O Conselho da Velha República tava bem perdido na poeira em se tratando de treinar novos discípulos.

Caçador de Recompensas: 1a. Lição

por Nilso
Estas são as fotos mais antigas. A nova blaster está muito melhor.





Pais e Filhos


por Lisângelo
Jor-El, vendo seu mundo Krypton prestes a ser destruído, toma uma atitude desesperada. Lança seu único filho ao espaço. Sua esperança é que ele possa continuar os seus projetos, as suas ambições interrompidas pela tragédia. No filme Superman de 1978, Marlon Brando interpreta o papel do condenado cientista e, com o elegante texto de Mario Puzo, sentencia: “E assim o filho torna-se o pai...”.
Nas mitologias, sejam elas clássicas ou recentes, o legado, a transferência da responsabilidade para a próxima geração é sempre tumultuada. Os pais desejam que seus herdeiros continuem as obras iniciadas ou, em uma interessante inversão, temem que sua própria carne e sangue tire os seus privilégios. Sem falar nos invejosos, sempre a espreita para tomar o poder de uma indefesa criança. Com medo destes últimos, os genitores, amigos e familiares frequentemente escondem os rebentos longe de casa para que cresçam a salvo das intrigas palacianas. Foi assim com Páris, ameaçado por uma fatídica profecia confirmada por sua irmã vidente Cassandra. Ao invés de ser morto para que não ameaçasse o reino, foi poupado e criado secretamente em segurança por pastores. Quando adulto, é reconhecido e recebe de volta sua condição de príncipe. O final da história não foi dos mais felizes porque Páris era por demais impulsivo para ser um bom monarca.
Arthur Pendragon era filho adotivo de camponeses, acidentalmente retira uma espada encravada na pedra e vira rei da Inglaterra. O país estava em guerra e não faltavam candidatos para o ocupar o trono do jovem, por isso sua existência permaneceu oculta até então. Foi um bom rei, mas não foi bom marido. Traído pelo melhor amigo, teve ainda que enfrentar a ameaça de Mordred, seu filho e ao mesmo tempo sobrinho. Ter uma bruxa como irmã não torna a vida mais fácil pra ninguém.
Luke Skywalker passou a infância e adolescência em uma fazenda modesta criado por pais adotivos. Zeloso com seus deveres, aprende uma importante lição de humildade muito valiosa para seu futuro. Em uma reviravolta do destino descobre-se herdeiro de um grande poder, e de um grande problema. Teve mais sorte que seus antecessores porque sua irmã, também dotada de habilidades sobrehumanas, tinha uma cabeça boa.
Em uma passagem do Episódio III, Obi-Wan preocupado com a condição de Anakin Skywalker, indaga se este seria mesmo o escolhido mencionado pela profecia. Aquele que traria equilíbrio para a Força. Yoda pondera que, talvez, a profecia tenha sido mal interpretada. Anakin tinha grandes planos para o seu mundo e desejava vê-los realizados. Uma vida inteira não foi suficiente para concretizar sua aspiração. Amores complicados, maus conselheiros e temperamento difícil o impediram. Sem falar que possuía um coração impiedoso e cruel. Mas gerou filhos mais preparados e estes terminaram o trabalho do pai, completando o ciclo. Anakin, através de Luke e Leia, cumprira o seu profetizado papel, concluindo o que havia iniciado. O que nos recorda de nunca deixar nada pela metade.
E assim o filho torna-se o pai..., e o pai torna-se o filho.” Bonito.

Força Estranha


por Lisângelo

A Oceania é um continente estranho ao nossos olhos. Composta de ilhas e arquipélagos, desenvolveu uma fauna própria diferente do resto do planeta. É uma Galápagos tamanho gigante. Assim, quando os primeiros colonizadores ingleses chegaram, trazendo seus costumes, cães, gatos, ratos e doenças, eram alienígenas em um ambiente que não estava preparado para recebê-los.
A Austrália sofreu muito com a invasão de uma rã latino americana que proliferou sem inimigos naturais e causou uma verdadeira devastação.
Na Tasmânia eu poderia falar sobre a extinção do Tilacino (alguns cientistas desenvolvem um projeto polêmico de trazer essa espécie de volta à vida, parece coisa de experimento genético Sith), e na Nova Zelândia..., bom, a invasão estrangeira veio realmente do espaço.
Provavelmente tentando se precaver de mais problemas, o governo neozelandês recusou o pedido de inclusão da Jedi Church (Igreja Jedi) como religião reconhecida.
Acessando o site da igreja, encontra-se uma explicação sobre sua existência. Segundo os seus fundadores, a grande maioria das religiões está baseada em verdades amplamente aceitas: existe uma força que mantém o universo, ela nos cerca e divide-se em dois lados. Há a energia do bem, e outra do mal. E que se escolhermos a influência da energia benéfica nossa existência será frutífera. George Lucas colocou um nome para esse conceito e eles resolveram usá-lo.
Estranhamente a Lucas Inc. ainda não os processou. Mesmo eles usando o termo 'Jedi' como fonte de renda. Entrar para a organização é grátis, o certificado a ser impresso e colocado na parede como um diploma não. Aconselha-se também adquirir um elegante manto a ser usado em ocasiões solenes. Um matrimônio digamos. Temos a descrição de um casamento Jedi. Eis o texto que o sacerdote deve pronunciar ao final da cerimônia (os nomes, caso não se perceba, são fictícios):
"Jedi Luke e a Jedi Mara Jade consentiram em casar-se. Eles afirmaram sua fé um no outro como acabamos de testemunhar. Eles prometeram sinceridade e dedicação. Em nome da fé Jedi, eu pronuncio-os marido e mulher. Que a força esteja com eles!"
Considero o beijo entre os nubentes também uma verdade universal, entretanto não há indicações se o procedimento ocorra logo após a fala.



Minha primeira vez

por Lisângelo
Era um tempo de guerra civil. E nesse mundo sempre havia uma guerra.
Mas eu não sabia, tudo era muito distante no final da década de 70 aqui no Brasil. Tudo o que eu conhecia vinha da televisão e não falo das notícias espremidas entre uma novela e outra, falo dos filmes e seriados que passavam nas sessões da tarde. A grande maioria produções das décadas de 50 e 60. Os filmes eram divertidos, o chato é que o pessoal de mais idade já sabia de antemão tudo o que ia acontecer. Como era possível saberem que o Jerry Lewis ia cair no chão e quebrar a cara se era a primeira vez que eu via aquele filme?
Melhor era acompanhar Jornada nas Estrelas. Em casa, eu era um dos poucos que apreciava ficção científica então não havia estraga prazeres ao lado. Além disso Jornada tinha efeitos especiais, naves e alienígenas. Quando anunciaram um filme com um título parecido que estrearia nos cinemas, eu não quis perder a oportunidade.
E lá estava eu, no escuro da sala de exibição aguardando o começo do filme. Começou bem, com a fanfarra da Fox, a mesma música dos filmes divertidos que eu vi lá do sofá da sala, só que no cinema o som era bem melhor. Tudo escurece novamente e uma frase misteriosa, em letras azuis, explica que a história se passa há muito tempo atrás exatamente como naqueles contos de fadas. "Como assim? Não era pra ser ficção científica? Ficção não se passa no futuro?" Pensando nisso, nem reparei que as reticências tinham quatro pontos.
E então.... O acorde inicial daquela música. Foi o Big Bang para mim! O ingresso já estava pago só de ouvir John Williams comandando a orquestra, particularmente a pomposa e heróica seção de metais. O texto em amarelo falava de uma trama que não entendi bem entretanto a câmera logo se desloca e surgem as naves. Na primeira cena são disparados mais tiros de laser do que em vários episódios de TV juntos. E as espaçonaves são bem detalhadas, a superfície coberta com canhões e outras coisas que não sabia identificar mas que pareciam ter uma função. Analisando depois, percebi que realmente uma espaçonave não precisa ter uma superfície lisa e aerodinâmica já que no espaço exterior não há atmosfera nem atrito. Ponto pra Star Wars. A essa altura meu queixo estava caído, e eu não fecharia a boca até o final. A história apresentava elementos consagrados, que todo mundo consegue reconhecer. Não era necessário indicar quem era o vilão, já que no momento em que ele pisa na nave rebelde está claro que é o mal encarnado usando capa e capacete. O mocinho veste branco, é orientado por um sábio mestre de quem recebe uma espada encantada e parte para salvar a princesa. Contudo certos elementos apresentaram-se novos: a heroína tinha personalidade sabendo empunhar uma arma e os efeitos eram de tirar o fôlego. Aprendi que um sistema solar podia ter dois sóis em uma cena imediatamente clássica. Juro que só percebi as inconsistências da trama mais de uma década depois, tamanho foi o impacto.
Saí feliz do cinema. Eu estava mudado e minha expectativas em relação ao próximos filmes que assistiria eram grandes. A indústria do cinema ia ter que se mexer para me agradar. Porém o motivo maior da minha felicidade era que lá em casa, ninguém ia me contar o final.
A novidade agora era minha.